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Mostrando postagens com o rótulo #Arte

Jill Pelto: a conscientização a partir dos dados

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Jill Pelto é uma mulher de 26 anos artista e cientista de Massachusetts. Pelto utiliza dados ambientais para desenvolver suas artes de visualização de dados. Para ela, usar a Data Art é uma alavanca para que se dê uma maior atenção às questões ambientais como desmatamento, o problema das geleiras etc. Já fez pesquisas sobre as geleiras das montanhas de Washington e da Colúmbia Britânica, nos vales secos e nas montanhas transantárticas da Antártica, sobre as colinas e os circuitos esculpidos das Ilhas Falkland e em torno dos lagos aquáticos e ocres da Nova Zelândia, tudo isso pensando em como expôr esses dados de forma artística.  Jill tem um projeto que se chama Degradação do Habitat onde ela escolheu diferentes animais para denunciar o descaso com os seus respectivos habitats.  Foto: Jill Pelto/Reprodução Na imagem é possível ver a fúria do animal estando encurralado, fora da floresta. É possível ver pontos também que demarcam os picos informando que há pe...

Relações Afetivas com Cidades

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A imagem diz respeito a proximidade afetiva com lugares que já morei. As cidades estão na ordem em que eu vivi em cada uma delas. Diferentemente de retratar algo de mais fácil identificação como relações com pessoas quis trazer um dado mais pessoal. De certa forma as pessoas ainda afetam as relações com os lugares, mas como morei em alguns achei interessante trazer o paralelo de como as vezes eu queria estar em dois lugares ao mesmo tempo. A linha parada representa a cidade que, num olhar mais racional, é indiferente. E as linhas coloridas representam minha aproximação do local, mais emocionalmente que fisicamente. [Meiry Costa]

E-Traces

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A tecnologia criada pela designer Lesia Trubat González, é uma sapatilha de ballet com chip que captura movimentos feitos, transforma em traços visuais  e t ransmitem a informação para um aplicativo, via bluetooth. Para que seja possível visualizar os movimentos que estão executados com as sapatilhas de ballet, elas devem estar inicialmente em contato com o chão, para serem capturadas as sensações de pressão e movimento. As sapatilhas reagem à luzes, sons, movimento e temperatura. Cada pessoa que usá-la fará registros diferentes, a partir do seu movimento, tendo cada pessoa uma identidade de percursos. É interessante pensar também outros ritmos musicais a serem dançados com a sapatilha e observar que tipo de traços se repetem mais, se algum tipo de dança tem traços específicos. Dá pra colher uma imensidão de dados e fazer estudos em diversos âmbitos de dança a partir dos traços colhidos. A s sapatilhas tem a tecnologia do Lilypad Arduino. Veja um vídeo de como funciona...

LED Dance: Luzes como arte

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Com uma estética futurista, a Led Dance permite com que a dança alcance um novo nível. Esse estilo de performance consiste em os dançarinos utilizarem roupas com luzes led em um palco escuro, causando assim um grande contraste criando uma estética nova a algo que seria uma simples dança. A junção do elemento da música, da dança e as cores são a base principal dessas apresentações. O grupo Light Balance é um grande exemplo desse estilo, participantes do programa americano ''American's got talent'' em sua edição de 2017, chegaram até a final explorando as várias possibilidades que esse estilo de arte traz.  Clique aqui  para acompanhar seu desempenho no programa. [Meiry Costa]

Grafite em BH: mapas interativos e a arte de rua

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Captura de tela no site / www.em.com.br O grafite é uma arte de rua, bem conhecida e difundida em vários locais nacionais e internacionais. Em Belo Horizonte (assim como outras cidades), eles avançam e ganham cada vez mais espaço, colorindo cada ponto da cidade. Por meio do projeto Arte Urbana – Gentileza , 40 trabalhos de pintura livre, grafite, estêncil e outras técnicas já mudam o visual das vias públicas. Esse projeto conta com vários artistas independentes, e um grande número de mulheres, representando espaço dentro da street art. Abaixo vocês conferem no Google Maps com a identificação dos locais e as artes, do seguinte link: →  Mapa - Grafite em BH   ← [Tamires Silva] 

Livros e a Visualização de Dados

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A utilização de imagens é o meio mais aceito de se compreender dados, visto que enxergar as informações é mais viável, para grande parte da população, do que ler diversos tipos de informações. A tecnologia promoveu esse fato e permite que, atualmente, isso seja considerado a evolução entre ciência e arte. Nesse âmbito, é notório que diversos tipos de sites e blogs da internet abordam sobre esse assunto mas é também imprescindível citar a necessidade de alguns autores em se falar sobre esse tema em diversos livros que oferecem conteúdos informativos como: Cartographies of time: A History of the Timeline Esse livro aborda sobre a história da visualização de dados, dessa forma centra-se no desenvolvimento de representação visual ao longo do tempo. A partir das informações contidas no livro, é perceptível a relação do atual ao antigo, a partir da análise de que os desafios enfrentados hoje na visualização de dados são semelhantes aos enfrentados há anos. Autores: Daniel Rosenberg,...

Visualização de Dados, Big Data e Arte

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Qual é a relação entre esses três conceitos? Para tentar responder a essa questão é preciso trazer primeiro um breve relato sobre big data. O termo surgiu em 1997 e faz menção a grande quantidade de dados digitais que passaram a ser produzidos pelos seres humanos. O surgimento e popularização da internet foram fatores que definitivamente deram suporte a esse crescimento exponencial da quantidade de dados. Diante desse novo fato, questiona-se como a visualização de dados foi atingida por essa mudança de paradigma em relação à produção dos mesmos. Como transformar essa grande quantidade de dados em algo palatável ou inteligível, ou seja, como tornar esses dados invisíveis em dados visíveis. É aqui que a arte encontra seu objetivo. Uma verdadeira transformação estética! A  exposição “Existência Numérica” realizada no ano de 2018 tentou trazer um pouco dessa ideia.    Idealizada por Barbara Castro e Luiz Ludwig, com curadoria de Doris Kosminsky, a mostra traz obras inter...

Visualização de dados

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Visualização de dados Gráfico 1 A visualização de dados procura representar visualmente determinados dados. E para essa representação é necessário o garimpo de informações especificas para o assunto que estiver em pauta. Uma das formas de abordagem da visualização de dados é através de gráficos estatísticos, e foi através dessa abordagem que fiz meu experimento. O objetivo do experimento seria mostrar gráficos feitos de forma experimental, com todos os erros e acertos que ocorrem na realização de um trabalho como esse. Para realizar esse experimento fiz um gráfico de coisas que se passaram na minha mente quando escuto a palavra UFBA. Para o segundo gráfico (dessa vez com estatísticas de porcentagem) fiz o mesmo questionamento, só que com a estudante Cíntia Nascimento uma colega que está cursando o segundo semestre da universidade. E no terceiro gráfico foi feito a mesma coisa, só que com a estudante Giselle Almeida que está terminando o segundo ano do ensino médio....

League of Legends: Como a arte influencia o jogo?

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    Já sabemos que League of Legends é um jogo online competitivo, onde duas equipes lutam em diversos campos de batalha e modos de jogo para que o melhor time ganhe. Mas o que existe além de toda a jogabilidade que deixa o jogo mais interessante ainda?    Cada parte que compõe o jogo tem uma história, sabemos quem é o personagem, de onde ele vem, a história de onde ele viveu e também alguns contos que mostram algum momento crucial da vida do campeão.    No próprio site do "lol" podemos explorar Runeterra (o mundo principal no universo do jogo) e descobrir as histórias. Vamos começar pelos campeões:    Selecione um para descobrir sua história. Neste caso, conheceremos a camaleoa curiosa, Neeko:   O site possui um mapa interativo, onde podemos explorar o universo e descobrir a história de cada região. Como Targon, a cadeia de montanhas ocidentais, que habitam campeões "superiores" como divindades e Deuses. Confi...

Filtros como expressão de arte

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Os sensores do Instagram e seus filtros não são novidade para nenhum usuário de internet. Comumente são utilizadas para melhorar a aparência ou mesmo para divertimento, por possuírem grande diversidade entre si. Atualmente qualquer usuário da rede pode criar o seu  próprio filtro de realidade aumentada. Apesar da ''democratização'' não é tão fácil criar o mesmo, pelo programa necessitar de um computador e não ser de fácil utilização ao usuário comum.  Ainda assim fica fácil imaginar que num futuro próximo os filtros se tornem mais fáceis de serem criados e venham a se difundir cada vez mais como arte, já que novos tempos tendem a trazer renovação a conceitos antigos. O mais interessante disso é a facilidade do acesso a ele, por ser utilizado cotidianamente e estar disponível em uma rede social, se artistas se apropriarem do mesmo se cria uma forma muito mais democrática e adaptada do consumo da arte. Tornando a difusão muito mais dinâmica. [Meiry Costa]

A violência nos jogos digitais - Entrevista com André Passos

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Os games fazem parte da vida de muitos jovens e crianças, sendo uma forma de diversão. Todavia, existe uma problemática e muitos pais se preocupam com os jogos digitais que possuem violência. O estudante André Passos, de Tecnologia em Jogos Digitais do Instituto Federal da Bahia – IFBA apresenta sua opinião sobre o assunto: Pra você, qual a importância dos games? Você acha que os games podem ser considerados arte? Resposta: Eu não sei te responder se é arte ou não, pois eu acho que depende de que definição deseja utilizar, mas sem dúvida posso afirmar que vídeo jogos são importantes. Eu amo videogames, pois eles podem ser livro, filme, música, ou todos mesclados, e o mais incrível é que gera todo esse espetáculo sem te empurrar para a plateia, aqui você não é expectador, mas sim agente, objeto e verbo. Acho que poucos games e conseguiram chegar perto de explorar o verdadeiro potencial dessa mídia. Quais os pontos negativos dos jogos digitais? Resposta: Não acredito...

Games são arte?

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    O mundo dos games é responsável atualmente por gerar mais de 150 bilhões de dólares anualmente para o mercado, com certeza esse valor pode transmitir a grandiosidade e a popularidade que esses games tem atualmente, fazendo com que sejam o mais alto valor do mercado de entretenimento. Mas, será que a confecção dos games e esse mundo fazem parte do conceito de arte?             Antes de responder essa questão de ser arte ou não, é bom sabermos um pouco sobre esse mundo e como foi seu surgimento. O início dos games, foram nas máquinas Arcade, após a invenção do computador, lá por volta da década de 70. O primeiro jogo a ser vendido foi o Computer Space, no ano de 71 e que trazia o tema de uma guerra espacial, ele como característica, sua simplicidade (derivada de uma programação de baixo nível) e sua diversão, gerando uma revolução no mundo do entretenimento naquela década, que para mim, por esse motivo já daria para ser considerad...

A ilustração como meio de expressão da mulher negra

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          No dia 14 de outubro tivemos a mesa redonda sobre games, animação e etnia com a professora Tamires Lima e Zezé Itafolá, organizado pelo  Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais da UFBA. Achei pertinente trazer temas como esses voltado a essas áreas. São áreas consideradas ainda apenas como criadores de games e animações o público masculino, inclusive muitas pessoas se espantam quando conhecem mulheres que criam jogos e animações. Também é fundamental a discussão do protagonismo da população negra nesses âmbitos.        Zezé Ifatolá que teve como  teve como início de carreira artística o graffiti. Hoje é  produtor cultural, design gráfico, concept art, poeta,  pesquisador da cultura tradicional Yorubá – isese lagba, graduando em tecnologia em Jogos Digitais e CEO das empresas ITAN Game Development e Omosholá Artes Africanizadas.  Tamires Lima é professora da UFBA do curso de Design, ilustradora e escritor...

A animação baiana "Òrun Àiyé: A Criação do Mundo”

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Teaser - Òrun Àiyé: a Criação do Mundo A produção baiana “Òrun Àiyé: A Criação do Mundo”, com direção de Jamile Coelho e Cintia Moreira, roteiro de Thyago Bezerra e fruto do trabalho da produtora baiana Estandarte Produções, é uma animação em stop motion para contar a criação do mundo pelo Orixá. Foto: Google Imagens Em Òrun Àiyé narra-se a história do Vovô Bira, um griot que divide seus saberes de como os de Orixás africanos como Olodumaré, Orunmilá, Oduduwa, Oxalá (dublado pelo músico Carlinhos Brown), Nanã e Exú, que trocam experiências sobre a descoberta do universo. Repleto de detalhes e fiel aos arquétipos e características do Orixá, o início do filme foca na tarefa dada por Olodumaré ao Orixá Oxalá, que caminha pelos desertos de África em busca de relatos de como as lendas africanas retratam a criação dos seres humanos, da natureza e de todo o mundo. Foto: Google Imagens Ao todo foram 455 dias, mais de 2500 fotografias e 45 profissionais envolvidos ...

Arte e Magic The Gathering

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Magic the Gathering é um jogo de cartas colecionáveis criado em 1993 por Richard Garfiel. A dinâmica do jogo é utilizar um baralho de cartas, chamado de "deck", que é construído de acordo com o perfil de cada jogador em uma combinação de cinco grupos de cartas. Cada carta tem uma função específica e o objetivo do jogo é derrotar o adversário e seu baralho com uma combinação de jogadas e a melhor estratégia. O jogo foi desenvolvido em meio físico e hoje conta com mais de 12 milhões de jogadores em todo mundo. Em 2002 o jogo foi lançado em sua versão online, já que a mídia digital tem mais alcance e permite que o jogo siga a tendência mundial. A quantidade de cartas já produzidas durante todos esses anos é uma pergunta que tem sido feita por muitas pessoas. Alguns estimam em mais de 8 mil cartas.  Para cada carta existe uma arte e uma história diferente. Imagine idealizar e desenhar uma carta única e com detalhes que olhando de perto percebemos um pouco uma corr...

A arte nos jogos

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Na atualidade é possível identificar inúmeros jogos que se destacam por seus gráficos incríveis, fato proporcionado pela tecnologia que os tornam cada vez mais realistas. Em contrapartida, existem alguns jogos que são marcados por animações e desenhos minimalistas que fogem do padrão estético atual mas que causam um impacto muito maior no público a partir da combinação de elementos artísticos e que também merecem reconhecimento . Okami (2006)   Ōkami  é  um jogo eletrônico de ação/aventura publicado pela Capcom e desenvolvido pelo Clover Studio para PlayStation 2 Ori and the Blind Forest (2015) Ori and the Blind Forest é um jogo de aventura em plataforma desenvolvido pela Moon Studios e publicado pela Xbox Game Studios Exclusivamente para Xbox One e Windows 10 Child of Light (2014) Child of Light é um videogame de plataforma desenvolvido pela Ubisoft Montreal e publicado pela Ubisoft para Microsoft Windows , PlayStation 3 , P...

Hologramas e os astros imortais

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A tecnologia possibilita coisas que apenas com utensílios práticos não se poderiam chegar ao mesmo resultado. Visto isso se nota comumente performances com o uso de hologramas e projeções mapeadas que se tornam indispensáveis para criar uma nova atmosfera no mundo das artes e da cultura no geral. Um dos casos mais interessantes sobre o uso da tecnologia na musica é a ressurreição por meio de holograma de cantores que não estão mais vivo, mas que, ainda assim, são ícones aos quais pessoas se dispunham a sentir que ele ainda está ''em ação''. Casos do tipo ocorreram com Michael Jackson, Cazuza, Tupac, entre outros. Será uma forma válida de arte ou um inconformismo do ser humano de lidar com a morte? É válido que se façam show do tipo, visto que mesmo que se aproxime da realidade, não é real de fato? São questionamentos que pairam sobre essas tecnologias. Seja qual for a sua resposta para essas questões é interessante observar a evolução tecnológica por trás disso e e...

A arte da falha

Glitch: os artistas que contribuíram para a arte da falha   GLITCH ART Preliminarmente o termo glitch era usado para definir falhas em sistemas e aparelhos tecnológicos, a palavra glitch se origina da palavra de glitschig que por sua vez tem origem alemã, significando “escorregadio”. Com o passar dos anos e as formas de reinvenções artísticas as falhas passaram a ser utilizadas em prol da arte, e ganharam um novo significado, surgindo assim a glitch art que tem como uma das suas características o experimentalismo. Esse termo começou sendo ligado apenas à área musical, posteriormente passou a ser adotado como uma estética artística e a se referir a vários conjuntos das artes visuais. Atualmente existem diversos tipos de abordagens que podem ser feitas para produzir uma obra a partir do glitch.    ARTISTAS QUE CONTRIBUIRAM COM A ARTE DA FALHA Iman Moradi Iman Moradi se propôs a pensar em duas maneiras que o glitch poderia ser classificad...