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Sensores e arte – uma experiência bacana

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A arte tem um grande poder de despertar e sentimentos e percepções nas pessoas. Já tive várias experiências de contato com as artes, que provocaram em mim muita curiosidade e uma dessas foi no dia da visita aos Espaços Carybé das Artes e Pierre Verger com a turma. No Pierre Verger, o contato com as obras artísticas - de uma maneira até então diferente para mim – foi bem curioso e inédito, uma vez que o museu não segue o modelo “tradicional” de ser apenas um local de exposição. Toda o conceito de interatividade com o público através de sensores de presença e movimento, painéis e até óculos de realidade virtual, me fez mergulhar melhor nas paisagens urbanas e naturais, a afro-religiosidade, fotografias de espaços e bairros e a própria história de Salvador . Essa interatividade proporcionada pelos métodos tecnológicos e digitais, resignifica a arte, traz ela para além o visitante/obra (que normalmente é visto nos museus e galerias de arte), para uma dimensão de “ viajar junto co...

O mundo virtual de Dolores (sexto capítulo)

9:30, sábado O dia estava completamente ensolarado, parecia ser o dia perfeito para tentar resolver os problemas do passado. Dolores vestiu novamente sua camisa preferida, uma calça jeans azulada, com partes rasgadas, seus óculos escuros e pegou sua bolsa preta. Com um sentimento de empolgação mas ao mesmo tempo de nervosismo, seguiu adiante ao Museu Palacete das Artes.  "Desde quando começou a conversar com Zeref, esse museu era o ponto de encontro para suas loucuras artísticas. Todo mês buscavam ao máximo pesquisar as exposições artísticas que eram feitas para poderem debruçar das belezuras da Arte e da História do Brasil. Como não tinha muitos amigos na vida real, Dolores buscava sempre tirar fotos para postar em seu blog, para que seus amigos virtuais vissem suas vivências." Chegando no museu, Dolores se depara com uma exposição inovadora. Zeref ainda não tinha chegado, mas Dolores estava tão curiosa sobre o que ia ser exposto, que não pensou duas vezes e entro...

Sensores e arte em Salvador

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    O uso de sensores para a criação de arte esta se intensificando cada vez mais., resultando em obras mais interativas, que dialogam melhor com a tecnologia e as vezes usam dados relacionados as pessoas e o meio em que vivem. Para essas obras são usados vários tipos de sensores, de movimento, de calor, de pressão, temperatura,, infravermelho e diversos outros.    Já tive a experiência de conhecer obras de arte que usam sensor infravermelho, como por exemplo as escadas interativas do metrô de Salvador , que cada degrau faz um som diferente de uma tecla de piano (como se fosse o jogo piano tiles na vida real), e também, uma parte da exposição do espaço de Arte Pierre Verger, que consistia em uma sala em que palavras eram projetadas no chão e as imagens das palavras que eram pisadas eram projetadas nas paredes.